sábado, 18 de julho de 2009

Felicidade

Desde o fim da Segunda Guerra Mundial, a vida parece ter melhorado para boa parte da humanidade. Hoje, muitos de nós têm mais dinheiro e saúde. No entanto, várias pesquisas têm demonstrado que toda essa prosperidade não significa que somos mais felizes do que éramos há cinqüenta anos. O que explica isso?

Atualmente, há um grupo de estudiosos empenhado em contrariar a economia tradicional para provar que um aumento em sua renda não necessariamente o fará feliz. O britânico Richard Layard, diretor do
Centre of Economic Performance da London School of Economics e que a integra a Câmara dos Lordes, é um dos mais importantes nomes dessa nova escola do pensamento econômico, que se dedica ao estudo da felicidade.

Com a ajuda da filosofia, da economia e da psicologia, Richard Layard, em "Felicidade" (Editora Best Seller, 348 páginas), mostra que, apesar das diferenças culturais e individuais, a felicidade de um grupo social pode ser quantificada. Existem países mais felizes que outros, e que não são necessariamente mais ricos.

O livro oferece oferece respostas surpreendentes e mostra a importância da felicidade para a sociedade, o que a promove e o que fazer para ser mais feliz. Trata-se de uma reflexão sobre o que estamos buscando, indicando os fatores que, de forma greal, promovem a felicidade, assim como os que levam ao sofrimento.

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